Mais uma nota do bloquinho de papel amarelado:
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8/3/13
Quando comecei a ler A garota das laranjas, não pude não me identificar com o pai que a morte afasta do filho aos três anos: é justamente a idade da Lucinda hoje! Se eu me fosse, apesar de tudo o que já vivemos, quanto ela se lembraria de mim ao crescer? Agora, com a morte do meu pai, voltou-me o mesmo pensamento: ele — e também o outro avô, que morreu há pouco mais de um ano — se perderão na memória dela, a não ser pelo depoimento que lhe dermos dele.
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Tomara que o depoimento seja à altura.
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